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Blog coletivo sobre quadrinhos.
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Segunda-feira, Março 04, 2002
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nº 10360740
Dark Knight 2 Eu li DK 1 nove vezes no úlitmo mês. Não acho que a já batida fórmula "reunir heróis que foram aposentados à força e salvar o mundo" (alguem se lembra do próprio Super em "O Reino do Amanhã" voltando com uma legião de heróis aposentados para salvar o mundo?) tenha o mesmo impacto da obra prima da década de 80.
Considero DK2 uma variação do mesmo tema. A surra que o Super leva de novo é um bom exemplo. Luvas de kriptonita? Nada de compara à uma flecha atirada por um Arqueiro Verde de um braço só e a frase do morcego: "Levei anos e uma fortuna para sintetizar. Felizmente eu tinha os dois." Notaram a diferença? O Impacto? Sinceramente eu esperava muito mais.
Não li DK2 ainda, mas não tive motivos suficientes para compra-la ainda.
postado por Marcelo Glacial as 8:45 AM
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Sábado, Março 02, 2002
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nº 10288490
Hum... pensando bem não vou contar o que acontece em DK2 número 2... esperem um mês e leiam!
postado por Iberê as 1:47 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 25, 2002
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nº 10101835
O número 1 de Cavaleiro das Trevas 2, a versão nacional de The Dark Knight Strikes Again , chega às bancas amanhã, dia 26 de fevereiro. Mas fiquem tranquilos amiguinhos, se vocês não aguentarem a chegada do número 2 para saberem o que acontece, podem dar uma olhada aqui no Comic-o-Rama! Espero colocar um resuminho do segundo capítulo por aqui entre hoje e amanhã.
postado por Iberê as 12:23 PM
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nº 10091664
The Dark Knight Strikes Again - O Cavaleiro das Trevas 2 (provável título no Brasil)
Em 1986 foi lançada nos Estados Unidos a série The Dark Knight Returns (conhecida por aqui como "O Cavaleiro das Trevas"), escrita e desenhada por Frank Miller e colorida por Lynn Varley. A série foi um sucesso de crítica e público e, juntamente com Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons (outra série que merece um post), é considerada a melhor mini-série de quadrinhos de todos os tempos. Esta série é realmente genial e merece um post a parte, que fica para outro dia, já que muitos leitores já a conhecem...
Pois bem, em dezembro do ano passado, finalmente a continuação da série foi lançada. DK2, como foi apelidada: três volumes em formato Prestige, 80 páginas cada um. Logo a versão brasileiras estará nas bancas.
Aí vão minhas impressões do que pude ler até o momento:
A partir desse trecho o texto contém spoiler
A história se inicia três anos após o final dos acontecimentos da série anterior. Caroline, a antiga Robin agora se tornou Catgirl e, no inicio do primeiro número ela vai até o Palmer Laboratories para resgatar o Dr. Ray Palmer, também conhecido como Átomo, que se encontra prisioneiro em um tubo de ensaio no seu próprio laboratório. Depois deste resgate, é a vez de Barry Allen, o Flash, ser libertado de um gerador de energia elétrica que era obrigado a manter funcionando através de sua super velocidade. Enquanto isso, podemos ver como o mundo se encontra nesse momento: a venda e compra de ações se tornou um jogo de azar, um vício. Assim como na primeira série, Miller aproveita a realidade alternativa para criticar os problemas de nossa época: a paz a qualquer custo propagada pelos EUA, a loucura por trás do jogo de estatísticas vazias... mas retrata também a propagação de informações através da internet e os avanços que a conectividade global nos trouxe. A narrativa continua sendo entrecortada com flashes de programas de televisão que discutem o que tem acontecido na história. Ao final do primeiro número percebemos o motivo destes heróis estarem presos: o presidente dos EUA, que na primeira série era uma caricatura de Ronald Reagan, é agora uma ilusão gerada por computação gráfica controlada por Lex Luthor e Brainiac. Estes dois controlam ainda o Super Homem, assim como Reagan já o fazia na primeira série. Desta vez, Luthor e Brainiac têm a cidade engarrafada de Kandor como garantia de que o Super vai cooperar, a cada falha do Azulão, os dois malvados matam uma família da minúscula cidade. Ao lado de Clark temos a Mulher Maravilha e o Capitão Marvel. Desta forma, temos duas facções: os que são manipulados por Luthor (Super, Mulher Maravilha e Capitão Marvel) e os rebeldes, compostos por Batman, Catgirl, Arqueiro Verde e o exército de Bat boys, todos da primeira série, mais os recém resgatados Átomo e Flash.
Após sofrer a perda de mais uma família de Kandor, quando informações a respeito do resgate de Átomo e Flash vazam pela imprensa "hacker", Super Homem, tomado pela fúria, resolve tomar satisfações com Batman.
Assim que invade a Bat-caverna, Superman é recepcionado por Flash, que instala em seu corpo algumas bombas de detonamento rápido. Depois é a vez do Arqueiro Verde de lançar uma flecha de kriptonita, seguido de uma investida de Átomo, que entra em seu sistema auditivo e faz um belo estrago.... para encerrar o primeiro número, Frank Miller equipa Batman com duas enormes luvas provavelmente feitas de kriptonita, que permitem que o Homem-Morcego dê uma surra no Super.
O primeiro número se encerra aí... continuo este post outro dia, só prar deixar vocês curiosos, hehehe....
postado por Iberê as 3:39 AM
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Sexta-feira, Janeiro 25, 2002
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nº 9053557

Os Sobrinhos do Capitão
As coisas na pensão de Mama Chucrutz continuam as mesmas: Fritz e Hans aprontam todas, o Coronel caça os dois gazeteiros tentando fazer com que eles freqüentem as aulas e o velho Lobo-do-Mar conhecido apenas como Capitão ainda sofre horrores com a gota. Segundo a Mundo HQ, a editora Opera Graphica está lançando a coleção Opera King - Clássicos Obrigatórios, voltada para os leitores saudosos dos personagens "de antigamente". Os Sobrinhos do Capitão é uma das tiras mais velha em circulação ininterrupta desde que foi criada, em 1897, pelo alemão radicado americano Rudolph Dirks. Originalmente chamados de Katzenjammer Kids (o famoso Capitão, que na realidade sequer é Tio dos meninos, só apareceu na história em 1902), a tira conta as aventuras de Hanz e Fritz, irmãos gêmeos que adoram aprontar e pregar peças na vizinhança. As vítimas preferidas são, via de regra, os dois moradores da pensão da mãe dos pestinhas da Mama: o Capitão e o Coronel. De acordo com a King Features, distribuidora das aventuras dos dois pestinhas, pelo menos 50 jornais de todo o mundo publicam as aventuras dos dois nos dias de hoje.
postado por : Reivax as 11:36 PM
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Domingo, Janeiro 13, 2002
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nº 8639741

Um gibi tem em média 35 páginas e 124 ilustrações. Uma única edição varia de preço, de $1,00 até mais de $140.000,00. 172.000 cópias são vendidas nos EUA todos os dias. Mais de 62.780.000 por ano. Um colecionador tem em média 3.312 gibis... ...e passará aproximadamente 1 ano de sua vida lendo-os.*
* Primeiro minuto inicial do filme: "Corpo Fechado" (Unbreakable) de M. Night Shyamalan
postado por : Reivax as 12:20 AM
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Quinta-feira, Dezembro 13, 2001
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nº 7883009
Galera, notícia importante no mercado nacional de quadrinhos: a Marvel realmente não vai mais lançar revistas pela Editora Abril. Os boatos que já vinham circulando por aí agora estão confirmados... a partir do ano que vem a Marvel irá publicar suas revistas através da Panini (encarregada da impressão, distribuição e promoção dos títulos) e da Mythos Editora (encarregada da parte editorial). Serão seis títulos (dois X-Men, um Homem-Aranha dois "genéricos", estilo Grandes Heróis Marvel e um Ultimate), com exceção de Marvel Milênio (que publicará a linha Ultimate... não sabe o que é a linha últimate? leia o primeiro post desse blog! vê aí nos arquivos...), que terá 48 páginas, todas as demais terão 100 páginas.
Bom, por enquanto é isso.. a informação foi tirada do Omelete, então, se isso for só mais um boato a culpa é deles! Agora, se for verdade, pode falar pra todo mundo que você leu aqui!
postado por Iberê as 12:11 AM
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Domingo, Dezembro 09, 2001
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nº 7775716
Olá Iberê, Bardo, Fernando, Marcelo Augusto, Reginaldo de Martino, e demais leitores do Comic-O-Rama. Aqui estou. Eloi Xavier (Vulgo: Reivax) também dando as caras no Comic-O-Rama. Hoje, a grande maioria das pessoas já está conscientizada da enorme importância que têm as histórias em quadrinhos. Tanto na área da educação como nas de lazer e, até, nos campos da propaganda comercial e política.
Pretendo, em minhas próximas paradas por aqui, estar comentando um pouco sobre a história em quadrinhos no mundo, a difusão dos comics, utilização política das HQs, o underground, história do mangá etc. Em pequenas doses, é claro, para não fazer do tema, um texto maçante.
Não poderia deixar de mencionar, em minha estréia, o centenário de Walt Disney, completado em 05 de dezembro. Embora há controvérsias de que ele não nasceu nos Estados Unidos, mas na Espanha em 08 de janeiro de 1891 e na verdade se chamava José Guinao, conforme singular matéria de capa da revista Bravo! de dezembro. Seu nome, mais que um nome, é uma marca, tão poderosa e onipresente quanto a Coca-Cola. Sua obra não só afetou a história do cinema – diz a revista – mas até a paisagem americana. Impossível imaginar o século 20 sem a sua presença e as míticas criaturas que inventou.
postado por : Reivax as 12:08 PM
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